acho muito corajosos os realizadores que estavam hj no FBCU. admiro muito. pq esse negócio de estrear filme na frente de todas aquelas pessoas, pseudo-intelectuais, louquinhas para acabar com você não é brincadeira não.
o pior crítico é o colega. e eu me incluo.
não sei se conseguiria aguentar a barra de estar do outro lado, o lado que mostra o filme. porque eu sei o que eu pensei sobre os filmes. imagina se alguém pensa sobre o meu o que eu pensei sobre o deles hoje. eu ainda tenho muito que caminhar em direção à luz. pessoas superiores, aquelas.
um dos diretores disse que, enquanto assistia aos outros curtas, ficou pensando "o que diabos o meu filme tá fazendo aqui?". curiosamente, eu amei. tanto a fala quanto o filme. acho que é o que eu estaria sentindo. perdi a paciência para aqueles filmes experimentais, super outside the box. há algo de genial sobre filmar a construção de uma praia no quintal de casa, com areia roubada. eu queria saber quem disse que cinema tinha que ser chato e complicado pra ser bom. talvez o moura. às vezes sinto que fui transportada de volta aos anos 70 quando a luz apaga. pior, ao lado ruim dos anos 70. à terra dos pseudo-intelectuais dos anos 70. quero morrer.
tenho a sensação que não estou sozinha nessa nova geração de cineastas, de críticos. além da minha turma, que eu agradeço a Deus todo dia, TODO DIA, pelos anjinhos que ele colocou no meu caminho (rá), eu sei que tem uns calouros que não vão deixar a peteca cair quando nós sairmos. muita fé neles.
e amanhã, mais uma sessão. e maldita depois.
Sô
o pior crítico é o colega. e eu me incluo.
não sei se conseguiria aguentar a barra de estar do outro lado, o lado que mostra o filme. porque eu sei o que eu pensei sobre os filmes. imagina se alguém pensa sobre o meu o que eu pensei sobre o deles hoje. eu ainda tenho muito que caminhar em direção à luz. pessoas superiores, aquelas.
um dos diretores disse que, enquanto assistia aos outros curtas, ficou pensando "o que diabos o meu filme tá fazendo aqui?". curiosamente, eu amei. tanto a fala quanto o filme. acho que é o que eu estaria sentindo. perdi a paciência para aqueles filmes experimentais, super outside the box. há algo de genial sobre filmar a construção de uma praia no quintal de casa, com areia roubada. eu queria saber quem disse que cinema tinha que ser chato e complicado pra ser bom. talvez o moura. às vezes sinto que fui transportada de volta aos anos 70 quando a luz apaga. pior, ao lado ruim dos anos 70. à terra dos pseudo-intelectuais dos anos 70. quero morrer.
tenho a sensação que não estou sozinha nessa nova geração de cineastas, de críticos. além da minha turma, que eu agradeço a Deus todo dia, TODO DIA, pelos anjinhos que ele colocou no meu caminho (rá), eu sei que tem uns calouros que não vão deixar a peteca cair quando nós sairmos. muita fé neles.
e amanhã, mais uma sessão. e maldita depois.
Sô
Um comentário:
Adorei. E depois a gente conversa sobre.
Tem que agradecer toooodos os dias!
Ok, foi um dia engraçado. Esse não o FBCU, já que eu fugi.
Postar um comentário